quinta-feira, 31 de julho de 2008

História e origem dos instrumentos

História da trompa

Surgiu na França, por volta de 1650. Como um desenvolvimento da trompa de caça, que, se originou dos primitivos instrumentos feitos com chifres de animais. Já no final do século XVII foi integrada à orquestra.É formada por um longo tubo cilíndrico de 2 metros, recurvado sobre si mesmo numa espiral de duas voltas. Na extremidade mais estreita, localiza-se o bocal, em forma de funil, e, na outra, o pavilhão. O som é controlado por 3 válvulas, incorporadas ao instrumento no início do século XIX por dois alemães e um austríaco. Esse mecanismo permitiu a execução de todos os sons cromáticos da escala.A trompa emite um som aveludado e suave. Considerada indispensável na orquestra a partir de 1830, foi utilizada também como solista por inúmeros compositores. Um dos efeitos utilizados na trompa é a “surdina”, que se consegue quando o intérprete coloca a mão ou uma peça de madeira no pavilhão, obtendo um apagamento do som.

História do trombone


Trombone derivado de trompa (que significa trompete, em italiano) através da adição do sufixo aumentativo one; trombone é portanto, etimologicamente, grande trompeteSurgiu provavelmente na França quinhentista, a partir de modificações introduzidas no trompete. Sua principal característica são as varas corrediças, cuja função é controlar a emissão e a altura do som.De todos os instrumentos da orquestra o trombone foi o primeiro a adquirir a forma que tem hoje.O corpo principal; do instrumento é formado por dois tubos paralelos, presos um ao outro. Numa extremidade está o bocal e na outra o pavilhão.Atualmente, é construído em 3 tamanhos: tenor, contralto e baixo. O primeiro é o mais utilizado em orquestras sinfônicasIndispensável à orquestra, na qual foi introduzido por Beethoven, foi tratado como solista por muitos outros compositores também.

História da tuba


Instrumento musical de sopro da família dos metais.Dotado de bocal e de três a cinco pistões, possui todos os graus cromáticos. Existem tubas de vários tipos: tenor, barítono, êufona, baixo e contrabaixo. Desde o seu aparecimento, na primeira metade do séc. XIX, logo foi incorporado nas orquestras sinfônicas. A tuba é originária do “ophicleide”, uma espécie de tubo com chaves utilizada por volta de 1800, ganhou popularidade nas pequenas bandas de metais da Grã-Bretanha, onde um antecessor do atual Sousafone, chamado Helicon, era usado devido a facilidade de transportá-la.Mais tarde, Richard Wagner utilizaria uma variante deste instrumento baseada no Corne InglêsEm 1860, John Philip de Sousa tentou criar um novo tipo de tuba baseado no Helicon, dando origem ao atualmente chamado Sousafone.Durente essas "evoluções", os alemães Johann Moritz e Wilhelm Wieprecht construiram o modelo de tuba que seria o percursor do modelo mais utilizado hoje em dia. A partir daí, o design e conceito geral da Tuba permaneceram inalteráveis, mas diversas variantes foram sendo introduzidas.Atualmente, existem em diferentes formas e combinações e a variedade aumenta drasticamente se incluirmos nesta categorização os Bombardinos (que também são chamados de Tuba Tenor). Assim, encontramos Tubas em diferentes afinações (Sib, Do, Mib, e Sol), campânulas (desde 36 a 77 centímetros de diâmetro) etc... e a variedade é ainda maior se adicionarmos as várias cambiantes dos Sousafones (como por exemplo o raríssimo Sousafone com 2 campânulas). Nas bandas filarmônicas, cabe às Tubas o fundamental papel de suporte harmônico, uma vez que compõe o naipe de instrumentos que atua no registo grave.
História do trompete

O mais agudo entre os metais, o trompete se originou, provavelmente, no Egito Antigo, no II milênio antes de Cristo, tendo adquirido importância como instrumento musical a partir do século XVII, ao ser introduzido na orquestra. Sua forma atual data da primeira metade do século XIX, quando os fabricantes alemães Blühmel e Stölzel criaram o sistema de 3 pistões, que tornou o instrumento mais versátil, aumentando seu registro e tornando sua execução menos difícil. Pode ser afinado em ré ou, mais comumente, em si bemol ou dó. Consiste num tubo cilíndrico recurvado sobre si mesmo, em cujas extremidades ficam o pavilhão e o bocal. A qualidade do som pode ser modificada com a surdina, peça de madeira introduzida no pavilhão. Alcança 2 oitavas e meia, começando do fá abaixo do dó médio. Tem sonoridade brilhante e penetrante. É muito usado pelos compositores em uníssono com as cordas e as madeiras da orquestra, como também em solos.

História do fagote

A origem do Fagote perde-se no tempo, é difícil determinar com exactidão o seu aparecimento.A referência mais antiga aparece em documentos do século XVI (1546) descrevendo um instrumento constituído por, uma palheta dupla (semelhante à Charamela), um tudel curvo em forma de “S” e com o tubo feito numa só peça de madeira, dobrado sobre si próprio, conhecido como Baixão ou “Dulcian”. De uma vasta família de baixões então criada no séc. XVII, existiu um que depressa se destacou, o “Choristfagott” pela sua utilidade em suportar o baixo na música coral, é considerado como o verdadeiro antepassado do actual fagote-tipo.
É em França durante os finais do século XVII que o Fagote adquire a sua aparência próxima da actual, deixando de ser construído numa só peça de madeira, para peças em separado. Também é acrescentada à sua nomenclatura o termo “Basson”, relacionado com “bas (baixo) – son (som)”. Com esta novidade da divisão do instrumento, pelo construtor francês Denner (1655-1707) começava o progresso deste instrumento de sopro que veio dar origem, já em pleno século XIX , à sua maior revolução, com a adaptação dos sistemas de dedilhações Heckel e Buffet, dando assim origem a duas versões distintas do Fagote Moderno.
O Fagote de sistema Alemão – Sistema Heckell
O Fagote de sistema Francês – Sistema Buffet
O século XIX, traz consigo grandes exigências a nível musical, grandes compositores, grandes orquestras, obras cada vez mais complexas, obrigam a um maior desenvolvimento do músico e dos próprios instrumentos. Neste contexto o Fagote atinge a sua plenitude, estes dois sistemas vieram “Standartizar” o Fagote Moderno, colocando assim um ponto final a uma variedade imensa de sistemas individuais desenhados por diferentes fabricantes, deixando de lado e de vez a consequente confusão técnica.

História da flauta

Transversal: Um dos instrumentos mais antigos, a flauta transversal, utilizada regularmente na moderna orquestra sinfônica, surgiu no século IX, antes de Cristo, provavelmente na Ásia. Introduzida na Europa ocidental através da cultura bizantina, no século XII depois de Cristo, era geralmente associada à música militar.
Somente na segunda metade do século XVII é que passou a integrar a orquestra.
A moderna flauta transversal nasceu das transformações operadas no antigo instrumento pelo alemão Theobald Boehm, por volta de 1840. Feita em metal, geralmente prata, constitui-se de um tubo cilíndrico de 67 cm. de comprimento por 19 mm. de diâmetro. Divide-se em 3 partes: cabeça ou bocal, corpo e pé.Existiram na Antigüidade diversos outros tipos de flauta. No entanto, a única que coexistiu com a flauta transversal foi a flauta doce, soprada pela ponta, muito usada pelos músicos renascentistas e barrocos.
O flautim ou piccolo, versão menor da flauta transversal, cujo tubo tem aproximadamente metade do comprimento da flauta. É o instrumento mais agudo da orquestra, da qual não é, entretanto, um elemento essencial.Há também a flauta baixa, que se usa para sons mais graves.


Doce: Bastante utilizada em orquestras que utilizam os chamados instrumentos originais, com a recuperação da música do passado, em especial do período barroco.

5 comentários:

Nathália disse...

Puxa, valeu! A louca da minha professora passou uma pesquisa sobre a origem dos instrumentos de sopro e eu não achava em lugar nenhum, tava começando a desesperar! Você me salvou! ~*Aparatei*~

Marina disse...

oii... eu gostaria de saber a origem dos instrumentos de sopro de todos juntos! não só um especificamente! teria como me responder? porque eu procurei em todos os lugares e não consiguim achar! se alguém souber por favor coloque aii! valeeu!

pamela disse...

vei eu concordo com a nathália, a minha prof e lok i eu tambem estava desistindo !!!
valewwwww!!!

Alexandra Neto disse...

mt obrigado pela ajuda, eu precisava de saber origem e não encontrava em nenhum site, mt grata w.w

jarisete silva pessanha disse...

Muito obrigado, meu aluno aprendeu sobre esse instrumento tão importante,
Que hoje uma orquestra sem um instrumento de sopro não tem graça.